terça-feira, 31 de janeiro de 2006
Irã será levado ao Conselho de Segurança; Chávez apóia Teerã (31/01)
Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU concordaram nesta terça-feira em levar o caso da nuclearização do Irã ao conselho, para possíveis sanções contra Teerã. Os iranianos dizem que seu programa nuclear tem objetivos pacíficos, mas os cinco suspeitam que o objetivo real seria produzir armas nucleares e mísseis para transportá-las. A decisão já era esperada havia duas semanas. Um comunicado conjunto foi assinado em Londres por Estados Unidos, Rússia, China, Reino Unido e França. Na foto (AP), o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, a secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, e o ministro do Exterior da Rússia, Sergei Lavrov, falam à imprensa sobre o comunicado. Clique aqui para ler. A América do Sul está a um passo de ser envolvida diretamente no conflito. Em Viena (Áustria), o ministro venezuelano de Minas e Energia, Rafael Ramirez, disse que seu país apoiará o Irã. A Venezuela do presidente Hugo Chávez é o maior exportador individual de petróleo para os Estados Unidos. Clique aqui para ler.Outras notas relacionadas neste blog :
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2006
Quarteto exige que Hamas renuncie à violência e reconheça Israel (30/01)
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Olívio é o candidato do PT no RS (30/01)
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Coluna Brasília-DF: Argumento derrubado (Nota "A volta", 28/12)
Credit Suisse: crescimento de 3,0% este ano (30/01)
Superávit fica em 4,84% do PIB (30/01)
"BRASÍLIA - Mesmo abrindo o cofre e elevando os gastos com obras nos últimos meses, o resultado fiscal do governo em 2005 foi recorde absoluto. Em termos nominais, o superávit primário atingiu R$ 93,505 bilhões, o melhor já apurado pelo Banco Central (BC), equivalente a 4,84% do Produto Interno Bruto (PIB). Na relação com o PIB, o resultado é o melhor desde 1994, quando todas as esferas do setor público não-financeiro fizeram economia para o pagamento da conta de juros equivalente a 5,21%. A meta de 2005 era de 4,25%. O chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, justificou que o montante " foi fundamental " para a " estabilização " obtida no indicador que aponta a relação da dívida líquida do setor público com o PIB. Essa relação ficou em 51,6% ante 51,7% em dezembro de 2004. O técnico preferiu não responder diretamente se, ao fazer uma economia excedente de R$ 10,755 bilhões sobre a estimativa nominal para a meta de superávit (R$ 82,75 bilhões), o governo contribuiu para o menor desempenho da economia em 2005. " Fizemos a economia necessária e suficiente para estabilizar a relação dívida versus PIB, que é um indicador absolutamente fundamental para a retomada do ritmo do crescimento da economia " , respondeu ele. O esforço de acelerar despesas teve algum efeito. Em dezembro, o déficit primário sazonal ficou em R$ 5,1 bilhões, o maior para o período desde dezembro de 1997, quando foram registrados R$ 9,3 bilhões, negativos. Lopes explicou que o resultado reflete despesas das administrações federal e regionais com servidores. Mas, também, aumento de investimentos e da conta previdenciária. O déficit da Previdência Social somou R$ 6,914 bilhões, o maior para meses de dezembro. (Azelma Rodrigues/Valor Online)".
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A ajuda às vítima do tsunami (quase) bate a meta (30/01)
Um ano depois do tsunami que devastou o litoral do Oceano Indico no dia 26 de dezembro de 2004, quase 2 milhões de pessoas que perderam suas casas na tragédia ainda estão em abrigos temporários. Mas os governos cumpriram a maior parte de suas promessas de ajuda. Mais de 90% da ajuda financeira governamental prometida foi enviada (veja o gráfico acima) . O setor privado, pessoas e empresas, ajudou o total do socorro a atingir quase US$ 13 bi, em números de dezembro último. Os dados e o gráfico são da Agência Reuters.
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domingo, 29 de janeiro de 2006
Mais americanos acham que estão ganhando a guerra (29/01)
Na comparação com o que achavam em meados de 2005, mais americanos acreditam que estão ganhando a guerra contra o terrorismo. A pesquisa Gallup/CNN/USA Today foi feita com 1.006 adultos entre 20 e 22 de janeiro de 2006. A margem de erro é 3 pontos percentuais. Os números estão na tabela acima. Para ler mais, clique aqui.Notas relacionadas neste blog:
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O papel do voto distrital na vitória do Hamas (29/01)
Cada eleitor votou duas vezes: na lista nacional e no distrito. Cada uma das duas modalidades preencheu metade das 132 vagas em disputa. Nas listas, o Hamas teve 434.817 votos, contra 403.458 da Fatah. Outros partidos seculares receberam 120.517 votos. Nas cadeiras reservadas aos votos em lista, o Hamas conseguiu uma maioria estreita sobre a Fatah: 30 cadeiras contra 27. Nove ficaram com partidos menores.
Ou seja, se a eleição tivesse acontecido com o voto proporcional puro, teria produzido um legislativo sem maioria clara. A Fatah poderia, teoricamente, formar um governo em aliança com pequenos grupos.
Mas a Fatah foi esmagada pelo Hamas no segundo voto, o distrital. Os herdeiros de Yasser Arafat dispersaram-se entre inúmeros candidatos, enquanto a sólida disciplina do Hamas concentrou os apoios em poucos nomes. Como resultado, o Hamas capturou 46 das 66 cadeiras distritais em disputa.
Para ler uma análise sobre esse e outros aspectos da eleição palestina, clique aqui.
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Intifada em maio na fronteira entre México e EUA (29/01)
"Organizações civis inspiradas no movimento zapatista, cujo líder subcomandante Marcos deu início no primeiro dia de janeiro a uma campanha por todo México, anunciaram ontem (27) a “tomada da fronteira entre o México e os EUA”. Doze anos depois que os rebeldes zapatistas pegaram em armas no sul do país, disseram em entrevista exclusiva à CARTA MAIOR que darão início a “uma intifada na primeira semana do mês de maio próximo”. A notícia, que será anunciada hoje (28) em coletiva de imprensa, foi dada em primeira mão por Edur Arregui Koba, organizador de massivas mobilizações de denúncia da ofensiva militar contra o Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN)."
Clique aqui para ler a entrevista de Arregui Koba. Clique aqui para ler sobre o projeto americano de uma cerca de segurança na fronteira com o México.
Palpites sobre o Oriente Médio (29/01)
Sim. Os acordos de Oslo foram construídos a partir da premissa de que deveriam resultar na convivência pacífica e frutífera entre dois estados, um palestino e um judeu. Treze anos depois, o resultado é desalentador.
2. Por que?
Entre os palestinos, a maioria votou num partido, o Hamas, que prega a destruição de Israel e o estabelecimento de uma república islâmica no território que hoje engloba Israel, Gaza e Cisjordânia. Entre os israelenses, a preferência se inclina para o novo partido Kadima, criado por Ariel Sharon antes de seu derrame cerebral. O ponto principal da plataforma do Kadima é que Israel desenhe unilateralmente os limites territoriais entre judeus e palestinos. Essa linha demarcatória obedeceria principalmente a critérios demográficos.
3. Há o risco de um conflito militar convencional na região no curto prazo?
Sim. Não há hipótese de Israel, a Comunidade Européia ou os EUA aceitarem que o Irã desenvolva armas nucleares e mísseis para transportá-las. Se a diplomacia falhar, haverá guerra.
4. Há o risco de recrudescimento do terrorismo em Israel e na Palestina?
Talvez. Num primeiro momento, é provável que o Hamas mantenha o atual "armistício". A quietude pode lhe ser útil para consolidar suas posições no embrião de aparelho de estado controlado pela Autoridade Palestina. Mas é possível que, em compensação, facções da Fatah radicalizem, para repetir a estratégia do Hamas quando estava na oposição, e que deu certo, eleitoralmente falando. Num paralelo com o Brasil, é como se o PSol tivesse derrotado nas urnas um governo petista. O PT certamente tenderia a uma oposição feroz.
4. O poder vai moderar o Hamas?
É pouco provável. Taticamente, o Hamas vai concentrar-se agora na montagem de seu governo. Depois, vai procurar expandir seu poder. E está provado que no Oriente Médio moderação e tolerância são vistos como sinônimos de fraqueza política. A Fatah acaba de sentir isso na pele. O então premiê trabalhista de Israel, Ehud Barak, pretendeu ser generoso com Yasser Arafat e abortou sua carreira em Camp David, em julho de 2000. Hoje, as duas correntes de maior prestígio na região são o Hamas e o Hezbollah. O Hamas vai continuar defendendo o fim da presença israelense. Não só na Cisjordânia, mas em todo o território da antiga Palestina. Até porque tem o apoio decidido da Síria e do Irã para isso.
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sábado, 28 de janeiro de 2006
O tempo todo no ar, em busca da reeleição (28/01)
Um gráfico espantoso (28/01)
O gráfico acima foi retirado do artigo Uma interpretação das causas da desaceleração econômica do Brasil, de Edmar Bacha e Regis Bonelli, publicado no último número da Revista de Economia Política. O texto é bastante técnico. Mas a imagem acima impressiona os leigos como nós. Ela mostra a evolução do preço do investimento no Brasil (curva fortemente ascendente), comparada ao preço mundial (linha quase horizontal). A seta marca o ano de 1980, quando começamos a andar em passo de tartaruga. O interessante no artigo é que Bacha e Bonelli apontam políticas originárias nos anos 50 do século passado como causas remotas da nossa estagnação.
Veja o que os americanos acham do Congresso deles (28/01)
1) "Você aprova o trabalho do Congresso?" Sim 29%, Não 61%, NS 11%.
2) "Você acredita que os recentes relatos de que lobistas podem ter corrompido membros do Congresso são incidentes isolados ou é a maneira como as coisas acontecem no Congresso?" Incidentes isolados 16%, A maneira como as coisas acontecem 77%, NS 7%.
Para ler a reportagem completa, clique aqui.
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Contra o terror, maioria dos americanos aceitam escutas de Bush (28/01)
1) Se eles apóiam a iniciativa de George Bush, que ordenou escutas telefônicas sem autorização judicial a pretexto de combater o terrorismo: Sim 53%, Não 46%, NS 1%.
2) Quando a mesma pergunta é feita sem que o pesquisador faça referência à razão alegada por Bush (combate ao terrorismo): Sim 46%, Não 50%, NS 3%.
Para ler a reportagem completa, clique aqui.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2006
A força de Palocci: superávit primário deve fechar em quase 5,0% do PIB (27/01)
O aperto fiscal termina o ano bem acima dos 4,25% formalmente previstos no Orçamento Geral da União e mostra que, no apito final do juiz, o ministro Antonio Palocci venceu a disputa interna no governo contra a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Pelo menos no curto prazo.
O superávit de quase 5,0% e os sinais de que o país tem compromisso de longo prazo com a austeridade ajudam a explicar o mergulho do risco Brasil. O índice fechou hoje em 259 pontos.
Centro-direita amplia vantagem no Peru (27/01)
Lourdes Flores (centro-direita) - 29%
Ollanta Humala (nacionalista) - 18%
Alan García (centro-esquerda) - 13%
No segundo turno, Flores vence Humala por 53% a 27%. Clique aqui para ler mais.
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Preocupação em Wall Street com "novo Alvarado" no Peru (10/01)
Merkel segue receita de Lula e se dá bem (27/01)
O brasileiro, insatisfeito com a economia (27/01)

Uma pesquisa mundial da BBC mostra que o brasileiro gosta da mídia, das ONGs e das multinacionais, mas tem avaliação negativa do FMI e da situação econômica, no país e no mundo. Um resumo está no quadro acima. Para ver a íntegra da pesquisa, clique aqui.
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2006
Começou o sínodo tucano (26/01)
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As estratégias de Serra e Alckmin para uma disputa presidencial (18/01)
Como os tucanos querem resolver quem será o candidato (16/01)
O que você ainda não sabia sobre a pesquisa Ipsos (15/01)
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O problema de Serra, segundo um tucano (09/01)
O problema de Alckmin, segundo um tucano (09/01)
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Coluna Brasília-DF: Alckmin 46% x Suplicy 25% (27/12)
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"O risco-país e os spreads sobre os juros internacionais pagos pelos emergentes (...) caíram, em conseqüência de dois fenômenos. De um lado, a liquidez internacional e a busca dos investidores por aplicações diversificadas e com retornos mais altos. De outro, a melhora dos indicadores de saúde fiscal e vulnerabilidade externa desses países. O FMI calcula que 75% da redução do risco dos emergentes deve ser atribuída à liquidez internacional e 25% à melhora dos indicadores locais. A globalização financeira e a liquidez internacional também contribuíram para uma fantástica melhora dos balanços fiscais dos países emergentes. Grande número deles se valeu das condições externas favoráveis entre 2003 e 2005 para alongar o perfil de suas dívidas. Para cancelar dívidas cambiais (como fez o Brasil). Para trocar obrigações de custo alto por obrigações de custo mais baixo (ao contrário do Brasil, que, por razões políticas, preferiu pagar primeiro a dívida mais barata com o FMI, em vez de se livrar de dívidas mais caras)."
Clique aqui para ter acesso à íntegra do texto.
Venezuelanos acreditam mais em Chávez do que na oposição (26/01)
A pesquisa Consultores21/Quinto Día perguntou a 1.000 venezuelanos adultos em 11 cidades, em 10 e 11 de dezembro: "Você tende a acreditar no governo ou na oposição?". Os resultados:
No governo: 43%
Na oposição: 29%
Em nenhum dos dois: 28%
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2006
Palestina: Sem maioria absoluta para Fatah ou Hamas (25/01)
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O que dizem as pesquisas na Palestina (25/01)
No quadro, as últimas pesquisas antes da eleição de hoje na Palestina. A situacionista Fatah lidera. Leia mais sobre as pesquisas clicando aqui.
PFL quer "aliança chilena" com PSDB (25/01)
"O PFL deve decidir na executiva que manterá a candidatura própria e só tomará qualquer decisão definitiva após conhecer a decisão do PSDB, e em função do tipo de aliança proposta. Para o PFL o modelo que cabe é o modelo chileno da "concertación", ou seja uma aliança orgânica na forma de unidade programática e compartilhamento das responsabilidades de governo, em função da vocação e natureza de cada partido. O PFL está convencido de que mais uma vez -depois de uma breve interrupção em 2002, quando fez a segunda bancada- voltará a fazer a primeira bancada de deputados por sua maior capilaridade e profissionalismo político-eleitoral, o que implica o reconhecimento natural de voltar à presidência da Câmara dos Deputados."
A íntegra da primeira encíclica de Bento 16 (25/01)

Clique aqui para acessar a página do site do Vaticano com a íntegra em português de "Deus é Amor", a primeira encíclica de Bento 16 (foto) divulgada hoje.
Nacionalista perde terreno no Peru (25/01)
Uma nova pesquisa de intenção de voto para as eleições de abril no Peru mostra que se ampliou a vantagem da candidata de centro-direita, Lourdes Flores, sobre o nacionalista Ollanta Humala. Veja os números:Lourdes Flores Nano - 30%
Ollanta Humala - 25%
Alan García - 14%
Valentín Paniagua - 11%
Jaime Salinas - 3%
Martha Chávez - 2%
A imagem foi copiada do site da Angus Reid Consultants. A eleição peruana acontece no sistema de dois turnos. Para saber mais, clique aqui.
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Alito perto da vaga na Suprema Corte (25/01)
O candidato de George Bush a uma vaga na Suprema Corte dos EUA, o conservador Samuel Alito (foto), conseguiu o apoio da maioria dos senadores e está perto da aprovação definitiva para o cargo. Clique aqui para saber mais.O avanço de Alito na Câmara Alta americana acontece simultaneamente ao reforço de sua posição nas pesquisas. Clique aqui para saber mais.
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terça-feira, 24 de janeiro de 2006
Uma aniversariante muito especial (24/01)
São Paulo celebra 452 anos daqui a poucas horas. Para você que não conhece, ou que conhece e tem saudades como eu, uma imagem de satélite que pode ser vista com a instalação do Google Earth. Para ampliar a foto, clique sobre ela. A seta azul aponta para o lago do Ibirapuera, nossa praia preferida. A seta verde, para o monumento aos bandeirantes, precursores que estenderam nossa civilização sobre toda a imensa área que acaba na borda oriental dos Andes. A seta vermelha, para o eterno ginásio do Ibirapuera. Um beijo no teu rosto, São Paulo. Nunca perguntas quem somos, mas sempre queres saber o que podemos fazer por ti.
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Rigotto lança candidatura (07/08)
Yahoo! se rende ao Google (24/01)

O Yahoo! capitulou diante do Google e desistiu de concorrer pela liderança entre as ferramentas de busca na Internet. "Não é nossa meta ser o número um, ficaremos contentes se mantivermos nossa fatia de mercado", admitiu a principal executiva financeira do Yahoo!, Susan Decker.
O gráfico mostra a ampliação da vantagem do Google sobre o concorrente no ano passado. Para ler mais, clique aqui. Para ampliar o gráfico, clique sobre ele.
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2006
Empossado, Morales esfria retórica anti-EUA (23/01)
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Perguntas e respostas sobre uma possível vitória do Hamas (23/01)
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Hamas aumenta favoritismo para as eleições palestinas (22/01)
Trabalhistas aceitam ceder parte de Jerusalem (21/01)
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Argentina aperta a política fiscal (23/01)
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O "custo Kirchner" começa a aparecer: inflação dobra em 2005 (04/01)
Eleições no mundo mostram divisão Norte-Sul (23/01)
Na Bolívia, tomou posse o primeiro presidente de origem indígena, Evo Morales. Na Palestina, o grupo extremista Hamas aparece com favoritismo para a eleição desta quarta-feira. A ponto de levar os Estados Unidos a financiarem, de última hora, a situacionista Fatah, do falecido Yasser Arafat.
domingo, 22 de janeiro de 2006
Hamas aumenta favoritismo para as eleições palestinas (22/01)
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Trabalhistas aceitam ceder parte de Jerusalem (21/01)
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Onze pontos para tentar desvendar o enigma tucano (22/01)
As informações reservadas em mãos de políticos do PSDB indicam que o presidente tem alto grau de resiliência. É a capacidade de voltar ao estado original, depois de sofrer uma deformação. Tucanos e PFL já tinham essa avaliação meses atrás, mas as pesquisas de dezembro mergulharam o PSDB no estado de embriaguez do qual começa a sair, depois do choque com os últimos levantamentos Ipsos e Ibope, que mostraram a recuperação de Lula.
2) O PSDB sabe que as pesquisas são importantes, sim.
Desde a volta das diretas para presidente, em 1989, o candidato que lidera as pesquisas no início do horário eleitoral acaba ganhando a eleição. Isso significa que o brasileiro começa a decidir bem antes da propaganda eleitoral gratuita. Essa tradição deve ser reforçada em 2006, pelo efeito inercial da crise. 2005 foi um ano em que o eleitor comeu, bebeu e respirou política. Quem dormir no primeiro semestre de 2006 acordará derrotado.
3) O PSDB acha que pode ir ao paraíso.
No cenário dos mais róseos sonhos tucanos, eles ganham a Presidência e mantém os governos paulista e mineiro, além da prefeitura de São Paulo. Se pudessem escolher livremente (como chegaram a sonhar, até a semana passada), os manda-chuvas do partido trabalhariam com o tripé Geraldo Alckmin presidente, Aécio Neves e um tucano paulista governadores, além de José Serra prefeito. Seria um repeteco de 1994, quando ganharam tudo.
4) Mas o PSDB também sabe que pode descer ao inferno.
É o cenário em que: a) Serra sai da prefeitura e perde a eleição; b) Alckmin sai do governo do Estado (para disputar o Senado) e, sem a caneta na mão, não consegue fazer o sucessor; e c) o desastre nacional dos tucanos vitamina um candidato de oposição a Aécio em Minas. O governador mineiro tem ótima avaliação e é o favorito à sua própria sucessão, mas nunca é demais lembrar que se elegeu em 2002 ainda no primeiro turno porque o PT e Lula fizeram corpo mole em Minas. Para que Aécio não se sentisse estimulado a mergulhar de cabeça na campanha de Serra naquele ano.
5) O PSDB paulista quer a candidatura Alckmin.
Alguns, porque acreditam que o PSDB ganha a eleição com qualquer candidato. A tese esteve em alta até semanas atrás, mas anda em desuso. Outros, porque acham que o risco de uma derrota para Lula é real. Avaliam que, com Alckmin, o custo de perder seria mais baixo. E têm esperança de que, em São Paulo, as forças somadas do partido e de Serra prefeito seriam suficientes para manter o Palácio dos Bandeirantes em mãos tucanas. Principalmente se o alcaide indicasse o candidato a governador. Alguém que, eventualmente, poderia apoiar a postulação de Serra pela legenda presidencial em 2010.
6) O PSDB nacional quer ganhar a eleição.
Os governadores, por razões óbvias. Os senadores e deputados, porque estão adorando fazer oposição mas preferem voltar a ser governo.
7) Qual é a posição de Fernando Henrique Cardoso?
Diferentemente de 2002, FHC quer ganhar a eleição.
8) Qual é a posição de Tasso Jereissati?
Diferentemente de 2002, o agora senador e presidente do PSDB quer que o PSDB ganhe a eleição. Prefere Alckmin, mas está atraído pela musculatura eleitoral de Serra. Precisa de um palanque nacional forte pois está ameaçado no Ceará, onde sua aliança histórica com Ciro Gomes foi rompida. Um irmão de Ciro, Cid, será candidato a governador em aliança com o PT. Tem boas chances de derrotar o tucano Lúcio Alcântara, que quer a reeleição.
9) Qual é a posição de Aécio?
O governador de Minas Gerais quer se reeleger agora e ser candidato a presidente em 2010. Perde pouco se Lula ganhar em outubro, desde que ele próprio seja vitorioso em Minas. Trabalha para arrancar dos dois tucanos paulistas o compromisso de acabar com a reeleição para presidente. Serra já concordou e Alckmin está a caminho, depois de resistir um pouco. Se Lula se mantivesse fora do jogo em Minas, Aécio poderia repetir a “neutralidade branca”de 2002. Mas teme que o Palácio do Planalto acabe bancando um forte palanque estadual para combatê-lo. Por isso, tende a preferir que o PSDB tenha um candidato competitivo.
10) Qual é a posição de Alckmin?
Quer ser candidato a presidente porque: a) acha que pode ganhar e, b) mesmo se perder, acredita que a campanha lhe dará um perfil nacional, que o manteria na disputa pela vaga em 2010, contra Aécio e Serra. Se não conseguir a legenda agora, vai para o fim da fila, ainda que se eleja senador. Se ficar no mandato de governador até o fim, poderá tentar um atalho disputando a prefeitura da capital em 2008.
11) Qual é a posição de Serra?
Quer ser presidente da República, agora ou em 2010. Será candidato se sentir que o partido está com apetite real para ganhar a eleição. Se achar que o PSDB vai de perna mole nessa bola dividida, trabalhará para eleger o governador de São Paulo, reeleger-se prefeito em 2008 e ser candidato a presidente daqui a quatro anos. Como se diz no futebol, é o único que só depende dele mesmo. Se disser “sou candidato”, o partido não terá como lhe negar a legenda.
Notas relacionadas neste blog:
Onze pontos para tentar desvendar o enigma tucano (22/01)
Serra x Lula em detalhes (21/01)
Alckmin e Serra têm a mesma rejeição (21/01)
O Ibope tinha segundo turno. Veja os números (20/01)
O PT não é uma Jirga. Sorte de Lula (20/01)
Zagallo e os tucanos já se sentem com a mão na taça (19/01)
Fernando Henrique e a corrida pela legenda tucana (18/01)
As estratégias de Serra e Alckmin para uma disputa presidencial (18/01)
Como os tucanos querem resolver quem será o candidato (16/01)
O que você ainda não sabia sobre a pesquisa Ipsos (15/01)
Números bons para Lula e Serra (13/01)
O problema de Serra, segundo um tucano (09/01)
O problema de Alckmin, segundo um tucano (09/01)
Pesquisa para presidente no eleitorado de Minas Gerais (08/01)
Coluna Brasília-DF: Alckmin 46% x Suplicy 25% (27/12)
Coluna Brasília-DF: Alckmin tira o gesso (24/12)
Opinião: Serra, assim como Lula (16/12)
A encruzilhada econômica do PSDB (11/12)
Reunião para acalmar ânimos (07/12)
Oposição prevê Lula forte em 2006 (13/10)
Tensão em ninho tucano (25/08)
Trabalhistas aceitam ceder parte de Jerusalém (21/01)
sábado, 21 de janeiro de 2006
Serra x Lula em detalhes (21/01)
Veja nos quadros acima (clique para ampliar, depois volte no navegador) o confronto Serra x Lula em detalhes na simulação de segundo turno da última pesquisa Ibope. Em resumo:* Lula ganha no Nordeste e Serra, nas demais regiões
* Serra ganha nos pequenos municípios e há empate nos médios e grandes
* Há empate entre os pobres e Serra leva vantagem nas classes média e alta
* Lula ganha entre os homens e Serra, entre as mulheres
* Serra ganha entre os jovens e há empate entre adultos e idosos
* Lula tem melhor desempenho quanto menor é a instrução formal do eleitor
Notas sobre a pesquisa Ibope:
Serra x Lula em detalhes (21/01)
Alckmin e Serra têm a mesma rejeição (21/01)
Divisão de classe na transposição do São Francisco (21/01)
Lula tem o dobro da rejeição de FHC (21/01)
O Ibope tinha segundo turno. Veja os números (20/01)
O PT não é uma Jirga. Sorte de Lula (20/01)
Os números da pesquisa Ibope divulgada pelo Jornal Nacional (19/01)
Alckmin e Serra têm a mesma rejeição (21/01)
A última pesquisa Ibope da sucessão presidencial mostra ainda que o prefeito José Serra e o governador Geraldo Alckmin têm exatamente a mesma taxa de rejeição: 7% (veja o quadro, clique nele para ampliar). Mais um problema para o tucanato administrar.Notas sobre a pesquisa Ibope:
Alckmin e Serra têm a mesma rejeição (21/01)
Divisão de classe na transposição do São Francisco (21/01)
Lula tem o dobro da rejeição de FHC (21/01)
O Ibope tinha segundo turno. Veja os números (20/01)
O PT não é uma Jirga. Sorte de Lula (20/01)
Os números da pesquisa Ibope divulgada pelo Jornal Nacional (19/01)
Irã fala em "batalha final" entre o Ocidente e os muçulmanos (21/01)
Falando aos líderes do grupo extremista palestino Hamas na capital síria, Damasco, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou que o Oriente Médio transformou-se no "locus" da batalha final entre o Ocidente e o Islã. “Hoje, a vitória na Palestina tornou-se uma questão de vida ou morte para o mundo islâmico e para a Arrogância Global (o Ocidente)." Ele exortou os palestinos a rejeitarem a retirada israelense da Faixa de Gaza, que considerou prejudicial aos muçulmanos. "Enquanto os ocupantes permanecerem numa polegada sequer de solo palestino, o objetivo não terá sido alcançado", afirmou. Para os extremistas, tod0 o território da antiga Palestina, inclusive o atual território de Israel, deve se tranformar numa república islâmica. A imagem é o escudo do Hamas, com duas espadas cruzadas, a cúpula da Rocha em Jerusalém (reconhecida pela cor dourada) e o mapa do desejado Estado Palestino, que incluiria Israel, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia. Clique aqui para ler mais no site da Al-Jazira.Notas sobre o Irã neste blog:
Irã fala em "batalha final" entre o Ocidente e os muçulmanos (21/01)
Serviço Secreto alemão diz que Irã terá armas nucleares em 3 ou 4 anos (19/01)
Irã suspende a censura imposta à CNN (17/01)
O Irã será levado ao Conselho de Segurança da ONU (16/01)
Perguntas e respostas sobre o Irã nuclear (Al-Jazira, 12/01)
A provável escalada entre Israel e Irã (06/01)
Divisão de classe na transposição do São Francisco (21/01)

O Ibope também pesquisou no Nordeste e em Minas Gerais a opinião do eleitor sobre a transposição do Rio São Francisco. Os mais pobres são maciçamente a favor. Os mais ricos, maciçamente contra. Veja no quadro (clique para ampliar, depois volte no navegador), copiado do relatório do Ibope, que pode ser baixado clicando aqui.







